Intervenção

30 out

A cidade desconstrói-se por meio desse projeto. O corpo é quem redesenha a cidade, repensa e recria seus espaços. Movendo-se sob os escombros da memória coletiva. Por entre o que compreendemos ser patrimônio cultural in/visível.

Irromper uma intervenção em dança no espaço da cidade no qual argumentamos ser o “antigo cemitério dos negros”, construtores de nossa cidade, significa desenterrar o silêncio, desapropriá-lo.

 O corpo é a cidade, que coleta suas histórias e as personifica.

O que elaboramos no corpo como cidade está incompleto, a história de nossa cidade está enterrada sob o concreto.

Foto: Jairo Felipe

Intervenção Edição de Outubro

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